MPT acata denuncias de Adenilson contra Instituto Resgate a Vida
26 de Janeiro de 2019 - Fonte:Assessoria Foto: Thiago Silva
Compartilhar
  • As denuncias contra a “OS” Instituto Social Saúde e Resgate à Vida (ISSRV), foram protocoladas em dezembro passado pelo vereador Adenilson Rocha (PSDB) e no texto o vereador expos a situação repassada pelos servidores, sendo a falta do Registro dos empregados, proteção ao meio ambiente de trabalho, segurança e saúde do trabalhador.

     

    A desembargadora Drª Thalma Rosa de Almeida Furlanetti enviou uma notificação informando que os assuntos referentes à proteção ao meio ambiente de trabalho, segurança e saúde do trabalhador seguirão nos autos do Inquérito Civil.

     

    Rocha já havia alertado sobre a contratação da empresa que já responde denúncias em outros estados. “Esta empresa contratada para gerir a saúde pública de Sinop está tratando os funcionários de qualquer jeito, reduziu os salários dos profissionais da saúde. Os técnicos de enfermagem que ganham em torno de R$2,3 mil, a empresa quer pagar apenas R$1,3 mil. Muitos não sabem ainda se foram contratados, pois não foi devolvida a carteira de trabalho. E tem ainda casos parecidos envolvendo o mesmo Instituto em São Paulo”, relatou Adenilson.

     

    O Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) denunciou em janeiro passado que o Instituto Social Saúde e Resgate, que administrará a Unidade de Pronto Atendimento (Upa) de Sinop e mais cinco UBS do município, praticou várias fraudes trabalhistas.

     

    De acordo com o Simesp, a ‘organização social’ pratica fraudes trabalhistas em outras cidades como Miracatu, onde os médicos por CLT, com um salário-base muito baixo, e as atividades extras realizadas, como plantões e procedimentos, são pagos em caixa dois. Já em Embu das Artes, o Simesp recebeu denúncias de que a OS não está pagando por plantões trabalhados e em Itapecerica da Serra a empresa contrata médicos sem vínculo empregatício.

     

    “São contratações sistemáticas de empresas que respondem acusações ou processos por atos de corrupção. A Adesco e Instituto que vai administrar a UPA são alvos de inúmeras denúncias de corrupção. A empresa Serget contratada para alugar os radares, por 24 meses e um custo de R$ 8, 7 milhões responde por várias acusações em Cuiabá, a Aegea e a concessionária da água também. É lamentável que somas vultosas de recursos públicos estejam indo literalmente para o ralo da corrupção” criticou Adenilson.